Quando a quantidade de massa óssea reduz de forma substancial, desenvolvendo ossos frágeis, finos, com extrema sensibilidade e propensos a fraturas constantes, nos deparamos com um quadro de osteoporose.

O quadro acima faz parte natural do processo de envelhecimento, predominando nas mulheres.

Avança lentamente e de forma assintomática, são necessários exames a fim de que não progrida sem que seja percebida.

Alongamentos, correção de postura, atividades de impacto ósseo (caminhadas, corridas, subir escadas), atividades de sobrecarga muscular, atividades aeróbicas são alguns dos artifícios que podem ser realizados para auxiliar a formação óssea.

A inatividade física é um dos fatores de risco da osteoporose. Desta forma, se uma maior quantidade de pessoas participassem de projetos de atividade física muitos problemas seriam evitados e consequentemente a qualidade de vida seria constante.

Assim, sempre que aumentarmos a atividade física, reduziremos a quantidade de perda óssea e o risco de quedas.

No entanto, a prática de uma atividade física para pessoa com osteoporose, deve ser realizada com cautela, é fundamental a orientação médica, para se ter conhecimento das precauções necessárias ao praticar um exercício.

As recomendações médicas devem ser transmitidas a um profissional competente, que possa orientar e se precaver de exercícios com risco de queda e que não sobrecarreguem excessivamente qualquer osso.

Obrigatoriamente, a prevenção da osteoporose e atividade física caminham de braços dados, são inseparáveis; no entanto, esta deverá sempre ser planejada por seu médico e um professor de educação física, a fim de que aquela não tire sua qualidade de vida.

A ordem do dia continua sendo MEXAM-SE.

Mesmo que seja apenas como incentivo da atividade física para a prevenção da osteoporose.

 

Autora: Dra. Sandra Martins