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Olá, amigo reumatologista!

Vamos falar um pouco sobre passagens aéreas? O tema gera muitas dúvidas e, na hora de adquiri-las, é difícil saber se o valor cobrado é justo e, mais ainda, se a oferta não esconde algumas surpresas que podem atrapalhar a viagem. Para ajudá-lo a tomar essas decisões com mais segurança, separei 10 dicas que podem fazer toda a diferença.  
  • Antecedência: como regra geral, quanto mais certas as suas datas, mais cedo você deve comprar os bilhetes, especialmente quando a viagem programada cai em um feriado, período de festas ou férias escolares, quando as tarifas são mais altas. Você pode comprar com até um ano de antecedência. Programe-se e evite sustos. Tem mais flexibilidade? 6 meses de antecedência já são suficientes.
  • E as tais promoções? As companhias aéreas trabalham de acordo com as leis básicas de oferta e demanda do mercado. Se a ocupação do voo está baixa, isso pode significar uma tarifa promocional, especialmente para destinos que não sejam os mais movimentados. Como saber se a tarifa está boa? Crie um alerta em sites como o kayak.com e vá acompanhando, com bastante antecedência ou consulte seu agente de viagens: ele saberá dizer exatamente se é uma boa hora ou não para a compra.
  • Ainda na questão das promocionais: as aéreas gerenciam essa demanda oferecendo classes descontadas. O que significa isso? Imagine que cada cabine (econômica, premium ou executiva) possui, para um dado voo ou itinerário, um preço cheio. Como o objetivo da companhia é sempre voar com a maior lotação possível, ela oferece descontos. São aquelas “letrinhas” que aparecem nos bilhetes, embaixo de “classe”. O pior é que não existe um padrão: cada companhia faz sua própria classificação, o que torna uma ajuda profissional super importante para que você saiba se realmente está fazendo um bom negócio.
  • Sempre que possível, faça voos diretos. Você chega mais inteiro, evita problemas de conexão e mitiga o risco de extravio de bagagens. Não foi possível? Certifique-se que a conexão não seja muito curta para evitar a perda de voo, por exemplo, se a fila da imigração for muito demorada. Na mesma linha, sendo possível, evite chegar nos Estados Unidos em um aeroporto que não seja o seu destino final. Ex.: se você pretende ir para Orlando saindo do Rio de Janeiro, é melhor ir a São Paulo ou Campinas e pegar um voo direto para Orlando do que pegar conexão em outro aeroporto, que é mais cansativo e demorado.
  • Uso milhas ou não? A regra geral é: use um programa de milhagem onde as empresas e suas aliadas voem para os seus lugares preferidos. Concentre suas milhas nesse programa, inclusive as que pode transferir do cartão de crédito. Ter milhas em vários programas só vai tornar mais difícil utilizá-las, especialmente por terem validade, na maioria das vezes. Quer várias dicas? Consulte o site e inscreva-se nas redes sociais do Passageiro de Primeira.
  • Não tem milhas suficientes para o número de passagens que necessita? Nunca emita passagens pagas sem antes emitir via milhas. Ex.: se um casal vai viajar e não tem milhas para os dois, tente emitir uma delas e, após, emita a outra pagando. Claro que, antes disso, cheque o valor que está sendo cobrado.
  • Clubes de milha. Já ouviu falar? Meu conselho, por enquanto, é: fuja. O sistema ainda não está redondo e o barato pode sair muito caro. Recentemente, uma cliente simplesmente perdeu uma passagem por não conseguir contato com o call center do clube onde adquiriu a passagem da filha, que teve um problema e não pôde embarcar na data inicial. A mesma recomendação é para sites estrangeiros com “ofertas imperdíveis”. Na hora do problema, você vai reclamar com quem?
  • E marcação de assento e bagagem, o que fazer? Hoje em dia, cada companhia tem suas regras, que variam de acordo com a tarifa. Muito cuidado, pois aquela passagem que parece barata pode nem mesmo incluir uma refeição em um voo longo. A companhia cobra para marcar assento? Se você viaja sozinho, relaxe e marque no check-in online, que é normalmente liberado 24 horas antes do voo. Se estiver em família e for essencial que todos viajem juntos, pague pela marcação para ter essa garantia. E a bagagem? Em voos nacionais, vale pagar de forma antecipada. Deixando para o aeroporto, a conta fica bem mais cara. Nos internacionais, as companhias vendem tarifas sem mala, com uma e com duas peças. Fique atento para comprar o que realmente é necessário.
  • Tem direito ao assento? Onde é melhor? Regra geral, quanto mais para a frente, mais rápido você sai da aeronave, o que pode significar um tempo menor na imigração, em voos internacionais. E o conforto? Na dúvida, consulte o site seatguru.com que te mostra o desenho das aeronaves e os lugares recomendados.
  • Vale pagar? As melhores opções são com milhas e suas chances aumentam de acordo com o status no programa de milhagem (mais um motivo para apostar suas fichas em um plano apenas). Não conseguiu? Tente no check-in. Muitas vezes, as companhias oferecem tarifas bem mais baixas na hora do embarque. Na dúvida, vale sempre conferir, especialmente nos voos de ida, para chegar mais inteiro e começar as férias com melhor disposição.
  Ficou alguma dúvida? Sempre que precisar, fale com a Kind. Será um prazer auxiliá-lo. Grande abraço!   Autor: Claudio Pacheco Claudio Pacheco é sócio-diretor da Kind Tours, agência carioca especializada na criação de roteiros personalizados. A Kind presta todos os serviços turísticos, tais como pesquisa e monitoramento de tarifas aéreas, emissões nacionais e internacionais, curadoria de hotéis e restaurantes, aluguel de automóveis, venda de ingressos, assistência viagem e montagem de grupos temáticos enogastronômicos e esportivos. Atualmente é também a agência exclusiva da Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro. Contatos: telefone e whatsApp.: (21) 99977-5188 ou e-mail: claudio@kindtours.com.br.